Notícias do setor

Marcas da M. Dias Branco ganham lojas oficiais no Mercado Livre


A indústria de massas e biscoitos M. Dias Branco lançou lojas oficiais das marcas Vitarella, Piraquê e Adria no Mercado Livre. O objetivo é aproveitar o crescimento da busca por itens do dia a dia no comércio eletrônico, hábito que se mantém mesmo com as medidas de segurança flexibilizadas após quase dois anos do início da pandemia de covid-19.

“Percebemos que a mudança de comportamento do consumidor se consolidou, por isso, redobramos o investimento nas plataformas digitais em 2021 e abrimos agora um novo canal de vendas. O Mercado Livre permite a distribuição nacional, muitas vezes, com frete gratuito, dependendo da modalidade de compra”, explica o gerente de E-commerce da M. Dias Branco, Thierry Galves.

Distribuição nacional

Inicialmente, o foco da M. Dias Branco no Mercado Livre estará em marcas com distribuição nacional, como Vitarella, que é líder nacional em biscoitos, e em Piraquê, de produtos como os biscoitos Leite Maltado e os snacks Presuntinho, Queijinho e os recém-lançados Snacks de Batata.

A Adria, que conquistou o reconhecimento Datafolha Top of Mind na categoria macarrão pela segunda vez consecutiva neste ano, é outra marca foco nesta fase do projeto. O portfólio de Adria no segmento é composto por massas com ovos, sêmola, lasanhas, instantâneos e massas de grano duro com trigo importado, cuja linha foi relançada nos últimos meses.

De acordo com Thierry Galves, a intenção é levar as demais marcas da M. Dias Branco para o Mercado Livre nos próximos meses. É o caso de Fortaleza e Richester, que estão entre as 20 preferidas pelos brasileiros no varejo digital, de acordo com a Pesquisa Kantar Brand Footprint Brasil. Fortaleza é a 7ª marca mais comprada no varejo online, enquanto Richester está na 17ª posição.

“Estamos otimistas com a iniciativa no Mercado Livre. A expectativa da M. Dias Branco é continuar crescendo de maneira acelerada e refletir a liderança nas categorias de biscoitos e massas também nos canais digitais, levando em consideração os aplicativos de delivery e marketplaces”, conclui Galves.

Fonte: Mercado e Consumo