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Três entidades de setores da produção apresentaram ontem propostas ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), referentes à retomada do crescimento econômico, reforma tributária e também às questões do transporte e logística, entre outras.

Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), os próximos quatro anos exigem “união e diálogo” entre setores público e privado e a sociedade também na chamada agenda do clima. A CNI defende ainda que o novo governo acelere a agenda de reformas, principalmente a tributária.

‘Muitos dos problemas econômicos e sociais são antigos. Seus diagnósticos e soluções já foram exaustivamente discutidos. Precisamos, agora, concentrar esforços no enfrentamento dessas questões. Por isso, seguindo o exemplo dos países mais desenvolvidos, defendemos a adoção de uma visão de país de longo prazo, que tenha como objetivos centrais a inovação, os ganhos de produtividade e a maior inserção da economia brasileira no concorrido mercado internacional”, avalia o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A confederação já entregou 21 documentos à campanha de Lula sobre tributos, inovação e sustentabilidade, com foco na Indústria 4.0 e na descarbonização da economia. O setor industrial também demanda avanços de ampliação e modernização da infraestrutura. Para a CNI, o investimento em transportes precisa saltar dos atuais 0,65% do Produto Interno Bruto (PIB) para pelo menos 2% do PIB.

A Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) pretende discutir a redução da dependência do Brasil da importação do cereal, disse o presidente da associação, Rubens Barbosa. ‘Farinha e arroz são os dois alimentos mais importantes na mesa do brasileiro. Vamos insistir para que o projeto da Embrapa de produção no norte do Cerrado seja prestigiado e continuado”, afirmou o dirigente.

Na avaliação de Barbosa, o diálogo com o novo governo não deve ser prejudicado pelo apoio massivo do agronegócio ao atual presidente Jair Bolsonaro.

O presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), Claudio Zanão, afirmou que a entidade endossa pautas da CNI, como a reindustrialização do País e políticas que reduzam a carga tributária do setor.

Fonte: Assessoria de imprensa Selmi